Arquivo da categoria: Bolinhas Aleatórias

Planner: O que é?

A palavra planner tem ficado cada vez mais comum, mas nem todo mundo sabe exatamente o que é, para que serve e como deve ser utilizado. Por isso, resolvi começar no blog uma série de posts sobre essa nova mania.

planner-post

Mas afinal, o que é um planner?

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ESTAMOS DE MUDANÇA

Quero partilhar algo muito legal com vocês: o blog virou .com 

E o que isso quer dizer? Agora o endereço é muito mais fácil, o layout tá bem mais bonito e bem mais a cara do blog.

Conheça a nossa nova casa:

logo5 (1)

http://www.pequenosretalhos.com

Nossas redes sociais também mudaram, para acompanhar a nova fase:

http://twitter.com/pequenosretalho (o s final é fantasma)
http://instagram.com/pequenosretalhos

E o Facebook continua o mesmo, mas se você ainda não curtiu a página do blog, já sabe:

http://facebook.com/pequenosretalhos

Ainda estamos fazendo alguns ajustes por lá, mas a migração dos posts e comentários já está em andamento, e a partir de hoje esse blog aqui não vai ser mais atualizado. Mas o Pequenos Retalhos continua por lá, com posts sobre séries, livros e filmes… e algumas coisinhas mais! Vejo vocês por lá!

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[9 on 9] Adeus 2015!

9

Estou participando de um projeto super legal com outras oito blogueiras maravilhosas que conheci através do grupo Blogueiros Geeks. Basicamente, todo mês, no dia 09, nós postamos 9 fotos para ilustrar um tema específico. Esse dia 09 de dezembro, primeiro 09 do projeto, o tema é “Adeus 2015”, e eu escolhi interpretar esse tema trazendo alguns objetos para exemplificar o meu ano!

livro

O ano de 2015 foi como um caderno em branco, pronto para ser usado.

lapis

Bastou escolher as cores certas para pintar.

starwars

2015 foi o ano de assumir de vez as nerdices, e Star Wars tá aí, voltando com toda a força.

dw

Doctor Who também fez parte do meu ano, não há como negar. Afinal, como não sonhar entrar numa TARDIS e explorar todo o tempo e espaço?

hp

A paixão por Harry Potter, meu primeiro fandom, também não vai embora jamais. Esse ano tivemos mais novidades para garantir isso.

belle

E lá estava eu, entre livros e fantasias.

mulheres

Também aprendi muito sobre feminismo e sobre respeitar o diferente. Foi um ano de mudanças de visão.

jjposters

2015 também trouxe maravilhosas surpresas em seu final. Afinal, não é todo dia que se realiza o sonho de conhecer um ídolo.

livros

Agora é esperar para que 2016 traga outras maravilhosas surpresas e que seja um ano ainda melhor.

Aproveita e já dá uma olhada nas fotos das demais meninas do projeto:

Aline | CaahCamila | FrancieliIzabella | JuliaYasmin | Thay

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Acabei de Ler: O Casamento da Princesa – Meg Cabot

O Casamento da Princesa é o 11º livro da série O Diário da Princesa, e foi publicado 15 anos depois do primeiro livro da série ter sido lançado. O livro continua a história da Mia, que, ainda adolescente, descobre que é uma princesa de um pequeno país da Europa. Como o príncipe era seu pai e ela morava com a mãe em Nova Iorque, Mia só descobriu que era herdeira do trono porque seu pai tem um problema de saúde que acaba por impedir que ele tenha mais filhos. Então, Mia é obrigada a herdar o trono e para isso deve passar por aulas de princesa com a mãe de seu pai. Mas isso é apenas o começo do primeiro livro.

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 Dez livros depois, Mia é uma adulta, namorando há mais de 10 anos com Michael Moscovitz, sua paixão da adolescência e irmão de sua melhor amiga, Lilly. Ela comanda um centro de ajuda a adolescentes em NY e também tem que lidar com todos os compromissos reais que vem com o cargo.

Porém, todos esses compromissos e os problemas que vem com eles acabam por deixar Mia estressada, então por recomendação médica, ela volta a escrever em seu diário. Essa é a justificativa para termos esse livro novo.

E os problemas não são poucos. Entre os sites da Internet que fazem um ranking da realeza baseado nas atitudes dos membros das famílias reais ao redor do mundo, todos os sites de fofocas que acabam inventando histórias mirabolantes sobre ela, e ainda por cima seu pai que parece estar tendo uma crise de meia idade algo complicado para quem é um príncipe, Mia com certeza tem muito com o que lidar. Ainda por cima existe a expectativa de todos a respeito de seu casamento. Detalhe: Michael nem fez o pedido ainda.

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Muitas pessoas criticaram o livro por achar que a Mia não havia crescido. Por se passar 10 anos depois do último livro, Mia já está com 26 anos, ou seja já é uma adulta. Então, é de se esperar que a suas atitudes tenham amadurecido. Porém, apesar de Mia aprontar algumas, eu consegui ver um desenvolvimento da personagem. Não achei que ela continuava a ser a mesma pessoa do último livro da série. Aliás, consegui ver várias mudanças em seu comportamento. Por exemplo, ela não é mais tão impulsiva. Consegue pensar um pouco antes de agir.

 Claro, Mia ainda mantém várias características que estavam lá nos 10 primeiros livros. Mas isso é normal. Afinal de contas ela não poderia ter se tornado uma pessoa totalmente nova simplesmente porque cresceu. Por exemplo, Mia é muito hipocondríaca. Sempre foi. Sempre achava que estava com doenças mirabolantes e ia ao médico sempre que possível. Mas essa é Mia. Ela não mudaria simplesmente porque amadureceu.

No final das contas, gostei muito do livro. Não, não é um livro que vai mudar a sua vida. Não é um livro que é um clássico da literatura. Mas é um livro feito para os fãs da série, que como eu, sentiam falta dos personagens (aliás, aparecem todos aqui, até alguns que você imaginaria que nunca mais voltariam a dar as caras). O enredo em geral é um pouco forçado. Cheguei a comentar na resenha do Goodreads que É o tipo de enredo que eu só aceitaria em um livro da série O Diário da Princesa. Porque sim, existem certos fatos que acontecem no livro com o objetivo óbvio de arrumar certas partes da história. Alguns acontecimentos são bem fantasiosos, mas mesmo assim, é totalmente aceitável aqui.

Como todos os outros livros que li da autora, esse também é uma leitura leve e rápida, com várias partes engraçadas, com várias partes absurdas e várias partes que te fazem suspirar. É um livro que te faz voltar no tempo e se sentir uma adolescente novamente. Mas, ao mesmo tempo, você percebe que a Mia cresceu com você e como você, se tornou uma adulta. Porém sem deixar de ser a mesma pessoa que era. Definitivamente, para mim, uma ótima leitura.mari

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Em 2015, eu quero…

 Em 2015, eu quero chegar a ser um pouco mais parecida com quem realmente sou. Chega de me deixar de lado, chega de colocar minhas vontades para trás, chega de dizer “tudo bem” e não dizer o que realmente sinto. Que 2015 seja um ano de descobertas. Que 2015 seja um ano de menos medo.
Em 2015, eu quero parar de ouvir tanta besteira machista. Quero não ter mais que chorar de raiva ao ouvir comentários estúpidos como o do Bolsonaro, que independente do contexto, somente dissemina a ideia de que usar o estupro como frase de efeito não só é normal, como é legal. Quero ver comentários como esse terem consequências e não serem varridos para debaixo do tapete e esquecidos daqui a alguns meses.

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Dicas para Musica de Formatura – Parte II

Chega a hora de escolher a bendita música para fazer a entrada na festa de formatura e todo mundo fica super em dúvida sobre que música escolher. Afinal, seja formatura de 8ª (se bem que já virou 9ª né?) série, colegial ou da faculdade, toda formatura é um momento que a gente quer que fique marcado para sempre.

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A Representação da Pessoa com Deficiência na Sociedade

Uma campanha organizada por uma organização chamada Pro Infirmis,de Zurique, na Suíça, me chamou atenção essa semana. Reunindo pessoas com as mais diferentes deficiências físicas, a idéia foi fazer manequins, desses que ficam nas vitrines das lojas para mostrar o caimento das roupas e chamar a atenção de quem passa na frente, com as medidas das pessoas com deficiência e também com a mesma forma de seus corpos.

Interessante, porque quando paramos para pensar, os manequins de loja são praticamente iguais, feitos no padrão que as revistas e os programas de TV impõem como o corpo perfeito: quase não existem manequins representando pessoas baixas ou gordas, e mesmo quando existem, estão nas chamadas lojas especializadas. A própria palavra “gorda” traz uma imensa conotação negativa, enquanto “magra” é frequentemente utilizada como um elogio. Para amenizar, nós costumamos colocar tais palavras no diminutivo, já que baixinha e gordinha são um pouco mais… carinhosas. Você já parou para pensar no porquê? E mesmo que a justificativa de que é preciso emagrecer pela saúde, já que ser gorda pode trazer vários problemas de saúde, eu me pergunto: e ser magra não traz?
Mas, enfim, talvez essa seja uma discussão para outro momento, já que aqui estamos falando dos manequins modelados nas pessoas com deficiência. Confesso que um dos principais motivos para ter dado play no vídeo foi o fato de que na imagem de preview aparecia uma das modelos que tinha uma escoliose muito parecida com a minha. Ela é baixa como eu e tem o andar parecido também. E fizeram um manequim de acordo com as medidas dela. Aliás, esse manequim foi parar na vitrine de uma loja de roupas na rua, e as pessoas paravam para olhar. Ora, é algo diferente, que instiga a pessoa a refletir.
A campanha tem o objetivo de mostrar que, afinal, ninguém é igual. E por isso, não temos que ser todos representados com o manequim padrão. Fazer com que as crianças entendam que existem diferenças entre as pessoas sim, e isso não é motivo para medo ou para risadas, seria algo muito mais fácil se junto com as pessoas altas e magras também fossem apresentadas da mesma forma pessoas cadeirantes, pessoas que não possuem uma perna ou que tenham apenas três dedos no pé. A representação na mídia, nas redes sociais e nas propagandas é importante, porque ajuda a lembrar que somos diferentes mas que nossas diferenças não nos fazem de maneira alguma inferiores ou menos merecedores de admiração (ou pior, merecedores de pena). Pense nisso.mari-transp

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